A humanina é um pequeno peptídeo codificado no DNA mitocondrial, identificado em 2001 em busca de fatores que protegessem neurônios da toxicidade ligada à doença de Alzheimer.
1. O QUE É A HUMANINA?
Pertence a uma família de peptídeos derivados da mitocôndria (MDPs), junto com o MOTS-c. Análogos como o HNG (com substituição de aminoácido que aumenta a potência) são os mais usados em pesquisa.
2. MECANISMO E ÁREAS DE PESQUISA
- Em células, reduz a morte celular induzida por estresse e por toxicidade de beta-amiloide.
- Em modelos animais, foram investigados efeitos em sensibilidade à insulina, neuroproteção e proteção cardiovascular.
- Há interesse em sua relação com o envelhecimento e a longevidade.
3. DOSES NOS ESTUDOS
Os dados são pré-clínicos (células e animais), com doses variadas conforme a espécie e o análogo. Não há dose humana estabelecida e este artigo não converte doses animais em humanas, pois essa conversão não é validada para este composto.
4. LIMITES E CAUTELAS
Resultados promissores em modelos não garantem efeito em humanos.
Humanina e HNG diferem em potência, e resultados não são intercambiáveis.
Não aprovada para uso humano.
5. CONHEÇA NOSSO CATÁLOGO
Aviso: conteúdo exclusivamente informativo. A humanina não é aprovada pela Anvisa nem pela FDA. Produtos destinados apenas a pesquisa laboratorial.
REFERÊNCIAS
- Hashimoto Y et al. A rescue factor abolishing neuronal cell death by a wide spectrum of familial Alzheimer’s disease genes and Abeta. Proc Natl Acad Sci USA. 2001;98:6336-6341.
- Lee C, Yen K, Cohen P. Humanin: a harbinger of mitochondrial-derived peptides? Trends Endocrinol Metab. 2013;24:222-228.
